Sobre nós

O CERRO AZUL HOTEL FAZENDA é um hotel situado em uma fazenda em pleno funcionamento. Um verdadeiro paraíso em meio aos campos da Coxilha Rica. Com um pôr do sol inigualável, é o lugar perfeito para você viver momentos inesquecíveis, onde poderá conhecer sobre as lidas de campo e ampliar sua conexão com os animais e a natureza. Tudo aliado ao conforto, charme e requinte da arquitetura rústico moderna.

Cerro Azul Hotel Fazenda

Originária de uma grande fazenda antiga de 3 milhões de metros quadrados onde a sede e as antigas bem feitorias, galpões, mangueiras, para a lidas de gado e taipas (muros de pedras) se mantem a mais de 200 anos, feitas por escravos e índios. O nome Fazenda Cerro Azul, foi dada pelos antigos donos em referência as coxilhas e ao intenso céu azul. Em 2009 os atuais proprietários adquiriam a propriedade e anexaram mais terras ao redor, formando atualmente 7 milhões metros quadrados.

O empreendimento Cerro Azul Hotel fazenda iniciou-se em novembro 2017, por um desejo profundo de compartilhar as belezas e a história da região, chamada Coxilha Rica.

Nossa fazenda é ativa e trabalhamos com vacas de cria, isto quer dizer que comercializamos os bezerros até 8 meses de idade, para clientes que fazem a Recria e engorda. Também criamos ovelhas, cavalos quarto de milha, além de cavalos para as lidas da fazenda. Criamos também animais puros de algumas raças de gado, como: Nelore, Limosin, Aberdeen, Devon. Temos touros de várias raças sendo que temos um touro Nelore com 1,2 toneladas, muito dócil que já foi premiado muitas vezes.

Temos pomares de maça gala, fugi, goiaba serrana, laranja, pêssego, amora, framboesa, kiwi, etc, podendo ser consumidas no local, ou colhidas pelos hóspedes.

História da Coxilha Rica

Coxilha Rica é uma região localizada nos municípios brasileiros de Lages e Capão Alto. Da área de Lages (o maior município em extensão do estado de Santa Catarina), a Coxilha Rica percorre cerca de 100 quilômetros quadrados de zona rural em uma planície situado a mais de 1.000 m acima do nível do mar. A vegetação predominante é rasteira, de gramíneas, e onde ocorrem remanescentes de floresta encontra-se a araucária. O nome "coxilha" dá-se ao fato da região ser formada por um vasto terreno ondulado. Considerada a primeira via terrestre de ligação entre o sul do Brasil e o sudeste do Brasil, o Caminho das Tropas, traçada no século XVIII, abrangia a Coxilha Rica. Passavam pela região tropeiros que levavam gado do Rio Grande do Sul a São Paulo (Sorocaba) e Sul de Minas Gerais. Os principais rios que por aqui correm são o Pelotas, Pelotinhas, Penteado, Lageado Bonito e o Lava-Tudo. O solo da Coxilha Rica é pouco profundo, pedregoso, não muito fértil e coberto de gramíneas que no inverno ressecam com a geada e com o vento minuano.

As propriedades privadas instaladas na Coxilha Rica são principalmente fazendas destinadas à criação de gado que utilizam-se da pastagem natural; portanto, a principal atividade econômica exercida na Coxilha Rica é a pecuária. Há séculos cria-se gado na região, que concentra a maior variedade de raças bovinas de corte do Brasil. Devido a estas fazendas centenárias e à paisagem natural, a Coxilha Rica é uma região propícia ao turismo rural. Na região também encontramos fazenda históricas, centenários, também houve muitas batalhas como a Guerra dos Farrapos. Fonte Google e Proprietários da Fazenda

A Coxilha Rica é uma grande planície na serra catarinense, município de Lages e Capão Alto, a mais de mil metros acima do nível do mar. Possui vegetação onde predominam gramíneas (campos de altitude) e remanescentes de florestas de araucária. Sua descoberta remonta ao século XVIII, com a chegada de tropeiros vindos de São Paulo, sob o patrocínio da Coroa Portuguesa, e a ocupação buscava a integração geopolítica, econômica e cultural do sul ao centro do Brasil. A principal atividade econômica desenvolvida na região, atualmente, é a pecuária, concentrando a maior variedade de raças bovinas de corte do país. A população local e seu consequente modo de vida caracterizam-se pela presença de peões, caboclos e fazendeiros, muitos deles descendentes de escravos, de indígenas e do colonizador paulista. Esta diversidade cultural traduz-se, portanto, na religiosidade, nos causos, na culinária, saberes, fazeres, e evidencia o processo de ocupação do sul do Brasil. O local dispõe, ainda hoje, de mais de 100 km de corredores de taipa (muros de pedra) intactos, constituindo um patrimônio cultural, histórico e arquitetônico regional. Os corredores foram construídos por escravos (negros e indígenas) e peões, com o objetivo de evitar a dispersão dos animais conduzidos pelos tropeiros. A rota seguida pelos tropeiros ia de Sorocaba (SP) até Viamão (RS), e Lages se constituiu, ao longo de séculos, como entreposto natural. Na região ainda é comum encontrar com os taipeiros, para aprender o ofício de construção de muros e edificações, sua impressionante arte em trabalhar as pedras, saber tradicional transmitido de geração a geração. Também como, benzedeiras e benzedeiros, estes, por sua vez, guardiões dos conhecimentos tradicionais sobre saúde, religiosidade popular e plantas medicinais. E um destes caminhos é a história que segue. Após os históricos fatos da epopeia farroupilha e exauridas as batalhas pela república, muitos dos valorosos combatentes espalharam-se pelos pampas do sul deste país e alguns deles procuraram ocupação nos campos de Lages.